-----Aspectos Numerolaõgicos no pera­odo de 22 a 30 de Junho
    Estamos particamente no final deste desafiante mês de Junho que como já foi referido noutros artigos é um mês regido pelo Número 6 que resulta da redução de 15. (Este aspecto foi analisado no artigo sobre o mês de Junho)    Neste período de 22 a 30 de Junho temos estado sob a influência do Regente Numerológico 3, tal como no passado período de 15 a 21 de Junho. Porém este 3 é um pouco diferente dado que resulta da redução de 21, ao contrário do anterior, que resultava da redução de 12.   A propósito da vibração de 21, podemos começar por fazer lhe fazer corresponder a carta do Tarot – O Mundo. O Mundo é para muitos, considerada a última carta do conjunto dos Arcanos Maiores do Tarot. É o ponto em que a jornada, que teve início com O Louco, culmina, e, a alma retorna à sua origem. Mas também pode ser vista como a carta que representa os grandes ciclos que terminam para dar lugar aos que se iniciam. Outros desafios se apresentam e novas possibilidades e cenários se manifestam, numa realidade completamente nova (ainda que para a maioria de nós ela se apresente como uma continuação do momento anterior, trata-se na verdade de algo fundamentalmente ainda não vivido, não experimentado, portanto totalmente desconhecido).   Tem sido este o grande desafio destes últimos dias e assim permanecerá até dia 29, para depois no dia 30 se dar início a mais um processo de transição energética, pois o regente numerológico 6 irá dar lugar ao seu sucessor, com o Número 7 a assumir o seu lugar de regente no já tão próximo mês de Julho.   Curiosamente, tudo nos parece estranho e familiar quase ao mesmo tempo. Os sinais são muitíssimos e só mesmo os mais cépticos de nós nos dirão que é tudo coincidência ou que só quando a ciência provar que…   Enfim, mas não há razão para não amarmos os cépticos, porque eles fazem falta para equilibrar as coisas, pois no domínio dos que acreditam em sinais, também há espaço para exageros e distorções de toda a espécie. Dessa forma, os cépticos ajudam-nos a interrogar-nos mais e de forma mais profunda, de maneira a podermos colocar balizas saudáveis no meio de tanta informação e de tanta sincronicidade.   O Número 21 é na realidade uma frequência, ou um conjunto de frequências, que nos desafia a ir além dos nossos limites, a sair da zona de conforto e a aventurar para lá das nossas barreiras mais elementares. É uma espécie de salto quântico que ocorre em níveis profundos do nosso ser. Tão profundos, que por vezes nem nos apercebemos que algo ocorreu, tal é a subtileza com que isso acontece. É preciso estar atento às minúsculas transformações que vão acontecendo dentro de nós, identificar a forma como se vão expressando e manifestando e depois apreciá-las, agradecer por elas e continuar o caminho sem nos determos demasiado tempo nessas observações, mas também sem nos apressarmos tanto que não demos pelo fenómeno. É importante compreender que tudo isto faz parte do processo de descoberta individual, o qual terá uma repercussão ao nível colectivo, e que tudo o que está a suceder tem uma razão muito maior do que aquela que alguma vez poderemos alcançar, por mais maravilhosa e criativa que seja a nossa imaginação.   Deixem-me falar-vos um pouco do 2 e do 1, separadamente.   O 2 representa a energia feminina (que existe tanto em mulheres quanto em homens), uma frequência passiva, receptiva, suave, mas firme, que não resiste nem combate, antes busca união em tudo o que existe. A união, a cooperação, o verdadeiro trabalho em equipa, onde ninguém pretende ser reconhecido individualmente, onde o mérito reside apenas no esforço colectivo do grupo, sem que ninguém se tente sobrepor a ninguém, mas onde também não se fica diluído no grupo, é o que se aproxima mais da representação simbólica da energia 2. O 1, por sua vez, representa a vontade divina em acção, a direção, é a seta que aponta o caminho, é a energia masculina (que existe tanto em homens quanto em mulheres), activa, forte, mas não brusca nem agressiva, apenas empenhada em seguir o trilho que mais cedo ou mais tarde levará à união com o 2. Ambos trabalham para um mesmo fim: a criação, o produto da sua união é o 3, o fruto ou o filho gerado pela vontade do Pai (Divina) e pela receptividade da Mãe (Divina).   Assim se compreende que este período será certamente frutuoso para aqueles que reconhecem, não só o divino em si, mas que também são capazes de realizar a alquimia do seu feminino com o seu masculino (nada disto está relacionado com género masculino ou feminino ou com opções sexuais) – falamos em união das energias que vivem em nós e que há muito se buscam, mas que têm vivido na ilusão da separação da Fonte Criadora.   É por isso que observamos tantas pessoas em busca do seu par ideal – aquele que terá todos os aspectos “maravilhosos e perfeitos” que o ou a completarão. Nada mais ilusório… pois ninguém nos completa. Nós somos completos e perfeitos como indivíduos, apenas não temos consciência disso (por enquanto) e portanto buscamos há várias eternidades a outra metade da laranja, o par perfeito, a alma gémea, etc. Tudo conceitos muitíssimo elaborados, fantasiados e ilusórios e que nos têm mantido em suspenso, a aguardar o dia em que reconheceremos noutra pessoa esse tal príncipe ou princesa encantada. Como sabemos esse dia nunca chega e mesmo quando achamos que chegou depressa compreenderemos que fomos agarrados novamente pelas malhas da ilusão.   O problema manifesta-se quando, mesmo percebendo que aquilo era uma ilusão permanecemos centrados em tentar provar o contrário… a nós mesmos!   Ora, este momento, serve precisamente para cairmos na realidade de quem e do que somos e ou representamos. É tempo de entrar em contacto com certas partes de nós há muito esquecidas e escondidas debaixo desta pele, deste ego, que entretanto se entretém a idolatrar a si mesmo.   Assim que tocarmos esse ser inteiro, oculto por baixo destas vestes desgastadas pelo tempo, teremos a certeza do verdadeiro reencontro com o nosso divino interno.   É por isso que há tantos relacionamentos postos em causa. É por isso que a maior parte dos relacionamentos não dão certo, como se diz. Não que haja algo de errado connosco ou com os outros, mas antes porque todos estamos a sentir esse forte chamamento interior. Todos estamos a fazer as mesmas perguntas:   - Mas afinal o que é uma relação a dois? - Quem sou eu nesta relação? - Quem é este ser com o qual tenho tanto dificuldade em me relacionar? - Mas se ele ou ela diz que me ama… não entendo… - Porque é que sou ou estou tão infeliz? - Porque é que o que ele ou ela me diz me faz sentir tão triste, revoltado, magoado, etc.? - Porque é que também não estou feliz quando estou sozinho(a)?   E as perguntas não cessam.   O 21 convida-nos, antes de mais, a querer conhecer, cuidar, harmonizar e curar a relação connosco mesmos. Reparem o 2 aparece antes do 1. O 2 alimentará e nutrirá o 1.   A minha capacidade de harmonizar, curar e sarar (e isso só sucede quando me torno receptiva ao AMOR, ao Curador que existe em mim) a minha relação comigo (2) é feita através de mim, em mim e para mim (1). No processo de cura e perdão (fazer as pazes) da nossa relação com o divino em nós, abrem-se mundos (lembram-se da associação com a carta d’O Mundo?) literalmente, dimensões internas que nos permitirão adquirir novas perspectivas e nova visão da vida e dos nossos relacionamentos.   Sim, os relacionamentos estão a mudar. Preparemo-nos, com a alma e o coração abertos, sem medo do que está para vir, sem medo de mudar e atingir novos patamares de consciência iluminada. Assim, vamos crescendo e amadurecendo a alma, nesta dança cósmica entre números e outros símbolos que nos permitem, transformar e evoluir.     Um abraço fraternal Em Profunda Comunhão com a Vida ' Hawwah

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