-----De 15 a 21 de Setembro - Regente 15:6
Semanas Numerológicas - Setembro 2015   De 15 a 21 de Setembro - Regente 15:6   Este é um tempo de criar raízes onde antes o terreno era pouco fértil. À medida que nos vamos desapegando do passado, do que vivemos, de quem fomos um dia, do que fizemos, do que não fizemos e não dissemos, etc. vamos criando espaço para que um novo terreno surja por baixo dos nossos pés. O chão em que caminhamos é sagrado, e este é o tempo de o honrar, tornando-o sagrado. O chão não é para pisar, calcar ou ignorar. É terreno sagrado, que se tornará fértil se cuidarmos dele. Caminhar sobre a nossa terra é diferente de pisá-la. Caminhar com consciência devolve-nos lucidez, gratidão e um profundo sentimento de pertença com tudo e com todos. Não significa tornarmo-nos lamechas e querer agradar a todos. Não! Isso é o que nos ensinaram a fazer (ou pelo menos a alguns de nós). Trata-se de reconhecer o milagre da vida em tudo o que existe, em tudo o que é, e ajudar outros nesse mesmo processo de reconhecimento. Não é uma tarefa fácil mas pode tornar a nossa vida muito agradável e mais bonita, pois esta vibração 6 vai ajudar-nos a querer levar beleza onde ela não existe, seja num espaço físico, seja na forma como nos expressamos, como amamos, como nos alimentamos, como interagimos com os outros e assim por diante. A beleza está dentro de nós e em todos os lugares, são apenas os nossos filtros e os nossos vidros embaciados que muitas vezes não nos deixam perceber a beleza de cada momento, dado que empolgamos demasiado determinadas situações ou acontecimentos. Quando aprendermos a não dar tanta importância ao supérfluo, veremos com certeza a beleza transparecer em cada olhar, em cada sorriso, em cada árvore, em cada animal, em cada pedra do caminho. Mas para que tudo isto se manifeste é preciso ter um campo amoroso bem desenvolvido, uma certa compaixão e um certo nível de tolerância em relação aos outros. É preciso querer bem ao próximo. É preciso saber dar espaço e tempo às pessoas que nos rodeiam para que elas possam mostrar o melhor de si mesmas. Mas também é preciso ser honesto ao ponto de perceber quando é que o outro está a refletir a nossa dor e a mostrar-nos através dos seus comportamentos, palavras ou atos onde está a nossa velha ferida (aquela que teimamos em esconder). Depois é preciso querermos curar essa ferida. Saber reconhecê-la e identifica-la é condição sine qua non para que este processo se inicie de forma a não nos deixarmos cair outra vez no processo vítima/carrasco (pois já sabemos que onde existe uma vítima há um carrasco e vice-versa). Esta semana é assim uma excelente alavanca para identificar velhas feridas e rebentar com esses bolsões energéticos que são como pústulas no corpo físico. Assim que rebentam começam a cicatrizar. Quando nos permitimos libertar as velhas dores, estamos a dizer que estamos a dar permissão a nós mesmos para viver de uma forma mais prazerosa, mais alegre, mais feliz, onde tudo o que fazemos (mesmos aquelas atividades que gostamos menos) nos devolverá um sorriso, pois sabemos que finalmente nos encontramos ao Serviço de um Bem Maior, conscientes do nosso pequeno mas empenhado e amoroso contributo em tornar a nossa vida e a dos outros em algo melhor e mais bem vibrado. Quanto mais elevados forem os nossos pensamentos, quanto mais nobres e altruístas forem os princípios pelos quais nos regemos mais amor teremos para nos nutrirmos e consequentemente mais nutriremos os outros, dando-lhes a devida atenção, o carinho, (tantas vezes essencial para aliviar o sofrimento dos outros), a palavra ou o gesto solidário que outras tantas vezes tira a fome a alguém mais necessitado.